A insônia sempre me inspira a escrever, e dessa vez me intriguei com uma coisa: Já pararam pra pensar que as invenções materiais do mundo são, de fato, invenções, mas as descobertas físicas (equações, fórmulas, leis, princípios) não são criações, mas apenas elucidações?
Alguém cortou uma árvore, inventou um objeto e chamou de cadeira, outro inventou o vidro, depois conseguiram fazer um espelho. E, invenções já feitas, constituem novas invenções. Por exemplo, um telescópio. É formado de várias peças já existentes mas rearranjadas para outro fim.
Nas teorias físicas do mundo isso não ocorre. Einstein não inventou a relatividade, ela sempre esteve entre nós, ele apenas trouxe à luz algo que era obscuro. É preciso um homem para revelar-nos essas equações da natureza, fato. A intenção do post não é tirar o mérito dos cientistas, mas refletir acerca da natureza: todas as suas leis já existem, cabe a nós desvendá-las.
E é engraçado como, por anos, acreditamos numa explicação que, mais tarde, foi revogada, e essa nova provavelmente será substituída algum dia. Newton não soube explicar, em detalhes, o porquê de a maçã ter caído em sua cabeça e disse: "É uma força, a gravidade". Houve uma explicação. Mais tarde, Einstein mostrou-nos sua teoria que explicava a deformação do espaço-tempo e o novo conceito de gravidade. E associamos essa teoria à Einstein, como se ele a tivesse criado. Mas a teoria é da natureza; de Deus; de quem criou o universo, Einstein foi o tradutor de algo que estava escrito num idoma que não compreendíamos (mais uma vez, não sem méritos).
Fazendo analogia à uma frase de Nietzsche, resumo essa idéia: "Não existem fenômenos morais, mas uma interpretação moral dos fenômenos".
Alguém cortou uma árvore, inventou um objeto e chamou de cadeira, outro inventou o vidro, depois conseguiram fazer um espelho. E, invenções já feitas, constituem novas invenções. Por exemplo, um telescópio. É formado de várias peças já existentes mas rearranjadas para outro fim.
Nas teorias físicas do mundo isso não ocorre. Einstein não inventou a relatividade, ela sempre esteve entre nós, ele apenas trouxe à luz algo que era obscuro. É preciso um homem para revelar-nos essas equações da natureza, fato. A intenção do post não é tirar o mérito dos cientistas, mas refletir acerca da natureza: todas as suas leis já existem, cabe a nós desvendá-las.
E é engraçado como, por anos, acreditamos numa explicação que, mais tarde, foi revogada, e essa nova provavelmente será substituída algum dia. Newton não soube explicar, em detalhes, o porquê de a maçã ter caído em sua cabeça e disse: "É uma força, a gravidade". Houve uma explicação. Mais tarde, Einstein mostrou-nos sua teoria que explicava a deformação do espaço-tempo e o novo conceito de gravidade. E associamos essa teoria à Einstein, como se ele a tivesse criado. Mas a teoria é da natureza; de Deus; de quem criou o universo, Einstein foi o tradutor de algo que estava escrito num idoma que não compreendíamos (mais uma vez, não sem méritos).
Fazendo analogia à uma frase de Nietzsche, resumo essa idéia: "Não existem fenômenos morais, mas uma interpretação moral dos fenômenos".
